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Domingo, 29 / 01 / 12

Entre febres, aulas e bolos...

Estas semanas têm sido muito, muito complicadas.

 

O Afonso, após uma semana sem febre, voltou aos 39ºC e mais! Geme, chora e não dorme 1 hora seguida! Estamos de rastos.

 

A par desta situação há que gerir a profissão (para além do tempo letivo existe a tarefa que mais tempo ocupa - a preparação das aulas) e uma ou outra encomenda de bolos (esta semana foram 3, foi de loucos).

 

Aqui fica um "cheirinho" relativo aos bolos:

 

Os restantes podem ir espreitando nos Pirikos na Cozinha, que vão sendo colocados ao longo da semana.
Uma boa semana para todos!
publicado por pirikos às 12:00
Sexta-feira, 09 / 09 / 11

Escola

 

É a palavra que mais arrepios causa, de momento, cá por casa:

 

Eu - sem colocação, ou seja sem escola!

 

Gajo - sem horários à vista, ou seja sem escola! (ok, ele é arquitecto, mas como sabem a arquitectura está como está e tem sido na educação que tem conseguido qualquer coizita...)

 

Afonso - Começou ontem na nova escola e, apesar de dizerem que se portou lindamente, veio a soluçar! (sabemos nós que nele é sinal de muito choro)

 

Diogo - Está na escola desde dia 1 de Setembro sem saber ao certo quem vai cuidar dele o resto do ano (estão a fazer reestruturações no agrupamento e a esta altura do campeonato ainda não sabem quantas nem que funcionárias vão ter ao longo do ano, tal são as propostas indecentes que estão a fazer às pessoas. Estas entidades, a sério! Seja Ministério da Educação, seja Câmara Municipal para pouparem uns trocos põe as pessoas numa precariedade  tal que se arriscam a não ter ninguém. E os pais? Os pais estão com o coração nas mãos sem saber o que fazer. No nosso caso não temos dinheiro para um privado mas também não podemos ficar com ele em casa, afinal temos esperança que de um dia para o outro as coisas melhorarem e o trabalho bater à porta...)

publicado por pirikos às 11:38
Sábado, 26 / 03 / 11

Ando a precisar de uma reviravolta

 

 

 

 

Ando a precisar de cuidar de mim.

 

Não que esteja farta de cuidar do(s) meu(s) piriko(s), nada disso, antes pelo contrário. Mas preciso de me valorizar, de voltar à minha antiga forma e de... gostar de mim.

 

Se o trabalho iria contribuir para me sentir melhor? Sim, sem dúvida. Mas não este ano lectivo, não com um ano carregado de turmas complicadas, três níveis e, principalmente, um nível que nunca dei. Isso implicaria ficar maluca...

 

...Maluca por ter de levantar os miúdos de madrugada, sozinha porque o L. já está a caminho da escola há algum tempo; deixá-los na escola/avó, ir para e a escola e não poder chegar atrasada 5 min. ou então teria uma bela falta injustificada; enfrentar turmas complicadas (ao que parece, pela colega que me está a substituir, são turmas de fugir com casos complicados e estupefacientes à mistura); chegar a casa e ter de prepara um monte de aulas, corrigir trabalhos e afins (acrescido do facto de ser tudo do zero, já que um dos níveis nunca dei); ir buscar os pirikos; fazer jantar; dar banhos; jantar; tentar enfiá-los na cama (a tarefa mais desesperante por estes lados); após umas horas na tarefa anterior ir completamente stressada acabar de preparar as aulas, sempre com a sensação de que não vou conseguir terminar (no final consigo sempre mas é um stress; maldito perfeccionismo que desgasta e não consigo mudar); ir à cama umas (poucas) horitas para me levantar 23517635 vezes para dar de mamar, tapar o Diogo que insiste em destapar-se, pô-lo a fazer chichi, dar-lhe água e afins; acordar de madrugada; arranjar-me a rezar para que nenhum deles acorde entretanto; começar a dar o leite ao Diogo e rezar para que o Afonso não acorde entretanto ou dar de mamar ao Afonso e trocar-lhe a fralda (caso ele tenha acordado entretanto) e rezar para que o Diogo não acorde aos berros e a chorar; preparar o outro piriko e entreter o outro; tomar pequeno almoço; arrancá-los de casa (o Diogo é um filme, todos os dias chora a dizer que não quer ir para a escola) e... repetir o processo todo!

 

Mas confesso, tenho saudades da escola, dos alunos, dos colegas...

 

... mas é tão bom ver o Afonso evoluir (e que evolução, tem sido alucinante, mas fica para outro post) e acima de tudo não colapsar no meio daquela salganhada que descrevi.

 

 

Sendo assim, resta-me cuidar de mim, olhar-me no espelho e gostar do que vejo... Mandar os kg a mais embora (maldita boca); ser amiga da balança; ir às compras e gostar de experimentar porque até me serve... Ora, esta é a batalha que tenho de travar imediatamente para me sentir bem. Mas é uma tarefa tão difícil... Quem me conhece sabe que se há coisa que eu adoro é comer. Dietas para mim são, ui... Ok, eu sei que não estou balofa e que para os 21 kg que enfardei já mandei mais de 17 à fava, mas faltam 3 a 4 kg para me sentir bem, conseguir vestir uma camisola minha sem me irritar com a barriga e despir a camisola com vontade de a rasgar.

 

Por tudo isto, aqui me vou comprometer (ai, ai, tenho de conseguir) em me portar melhor com a boca. E se alguma alminha caridosa me ficar com o Afonso uma hora e meia dois dias por semana meter-me numa ginástica.

 

 

1ª Etapa - comprar uma balança nova (sim parti a outra mula! Não, não foi a pesar-me! E também não foi de propósito!, toquei-lhe sem querer e estilhaçou-se toda)

publicado por pirikos às 11:18
Terça-feira, 15 / 03 / 11

Eu e a Segurança Social

A saga continua...

 

Como já tinha dito pedi o largamento da licença de maternidade (subsídio de parentalidade alargada) por mais 30 dias, por razões familiares.

 

Ora, este alargamento é concedido até um máximo de 3 meses (90 dias) a progenitores (pai e/ou mãe), desde que estes sejam empregados por conta de outrem.

 

Assim, tenho estado com o meu pequenote desde o dia 26 de Fevereiro ao abrigo desta licença que vigora desde de Maio de 2009.

 

Qual não é o meu espanto ao receber um ofício, passadas 2 semanas de estar em casa com a seguinte notificação de decisão: INDEFERIDO, poe estar desempregada.

 

Desempregada??? Por alma de quem???


 



 

 

Posto isto lá fui à segurança social para tratar do assunto, respondendo assim ao ofício que me enviaram:

 

Eu, XXXXXXX, beneficiária nº XXXXXX, venho por este meio dar resposta ao vosso ofício nº 31876, de 2 de Março, com o assunto: “Notificação da decisão”.

 

Venho por este meio informar, novamente, que me encontro colocada na XXXXXXX desde o dia 06-11-2010 e, por isso, encontro-me empregada por conta de outrem e não em situação de desemprego como é referido no vosso ofício.

Neste sentido, peço que seja revista e reconsiderada a decisão sobre o alargamento da licença de maternidade, à qual tenho direito de acordo com a legislação em vigor.

 

 


 

 

O que me responderam?

 

O seu pedido será indeferido por se encontrar em "suspensão de desemprego".

 

 


 

Suspensão de desemprego??? Se tenho o desemprego suspenso é porque...

 

ESTOU EMPREGADA! NÃO?????????

 


 

Lá fui eu novamente aos serviços e desta vez com um testamento:

 

Eu, XXXXXXX, beneficiária nº XXXXXXX, venho por este meio dar, novamente, resposta ao vosso ofício nº 31876, de 2 de Março e às informações prestadas ao balcão do vosso serviço local de XXXXXXXXX, com o assunto: “Notificação da decisão”.

 

 

Tal como várias vezes o referi encontro-me colocada na XXXXXXX desde o dia 06-11-2010 e, por isso, encontro-me empregada por conta de outrem e não em situação de desemprego como é referido no vosso ofício. Após confrontar os vossos serviços com estes factos foi-me dito que não teria direito à licença parental alargada por me encontrar em suspensão de desemprego. Ora, como qualquer pessoa compreenderá, só há suspensão de desemprego se o indivíduo estiver empregado! No decreto-lei que invocam, decreto-lei n.º 91/2009 de 9 Abril, e no artigo ao qual fazem referência, artigo 8º, apenas se faz a articulação dos subsídios de parentalidade com situações de desemprego, isto é, indivíduos que estejam a receber subsídio de desemprego (não é o caso, pois estou afecta à escola):

 

Artigo 8.º

Articulação com o regime de protecção social no desemprego

1 — A protecção dos beneficiários que estejam a receber prestações de desemprego concretiza -se na atribuição dos seguintes subsídios:

a) Subsídio por risco clínico durante a gravidez;

b) Subsídio por interrupção da gravidez

c) Subsídio parental;

d) Subsídio por adopção.

2 — A atribuição dos subsídios referidos no número anterior determina a suspensão do pagamento das prestações de desemprego, durante o período de concessão daqueles subsídios, nos termos regulados no respectivo regime jurídico.

 

Realça-se ainda que a expressão “suspensão de desemprego”, no meu caso em concreto, nada mais quer dizer do que “indivíduo empregado por conta de outrem”, condição necessária e exclusiva para se ter direito à parentalidade alargada tal como legislado no artigo 5º do referido decreto-lei:

 

 Artigo 5.º

Extensão dos direitos atribuídos aos progenitores

1 — A protecção conferida aos progenitores através dos subsídios previstos no presente capítulo é extensiva aos beneficiários do regime geral dos trabalhadores por conta de outrem, adoptantes, tutores, pessoas a quem for deferida a confiança judicial ou administrativa do menor, bem como

cônjuges ou pessoas em união de facto com qualquer daqueles ou com o progenitor desde que vivam em comunhão de mesa e habitação com o menor, sempre que, nos termos do Código de Trabalho, lhes seja reconhecido direito às correspondentes faltas, licenças e dispensas.

 

Neste sentido, depreende-se que se estou colocada na referida escola desde o dia 06-11-2010, encontro-me empregada desde então, apesar de ter estado a gozar a licença de maternidade prevista na lei. Ora, o que me parece ter acontecido é que tendo estado desempregada desde 01-09-2010 a 05-11-2010, o subsídio de desemprego foi suspenso a 29-09-2010 por motivos de licença de maternidade. No entanto, tendo sido colocada a 06-11-2010 e, atempadamente, comunicado aos vossos serviços, assim como a escola o procedeu, os vossos serviços deveriam ter actualizado a minha situação para uma situação de “indivíduo empregado por conta de outrem, em gozo de licença maternidade”, e em que o subsídio de desemprego foi suspenso por estar empregada.

 

Assim, articulando o artigo 5º (já referido) com o artigo 16.º, que regulamenta o subsídio parental alargado (abaixo citado), depreende-se que estou enquadrada em todas as situações previstas na lei para me ser concedida a licença parental alargada. Por outras palavras, encontro-me empregada por conta de outrem, condição necessária para a concessão da licença (n.º1 do artigo 5º) e requeri o subsídio, imediatamente, no seguimento do gozo do subsídio parental inicial (artigo 16.º):

 

Artigo 16.º

Subsídio parental alargado

O subsídio parental alargado é concedido por um período até três meses a qualquer um ou a ambos os progenitores alternadamente, nas situações de exercício de licença parental alargada para assistência a filho integrado no agregado familiar, impeditivas do exercício de actividade laboral, desde que gozado imediatamente após o período de concessão do subsídio parental inicial ou subsídio parental alargado do outro progenitor.

 

 

Acrescento ainda que aquando do meu pedido do subsídio de parentalidade alargada perguntei ao funcionário que me atendeu – serviço local de XXXXXXX – se deveria esperar pela decisão do pedido e apresentar-me na escola, ou se não seria necessário apresentar-me na escola, informando esta, através da cópia carimbada do pedido – Mod. RP 5049-DGSS.

 

O referido funcionário respondeu-me e passo a citar: “claro que não é necessário ir trabalhar. A senhora tem direito aos dias, por lei.” Ora, analisando a situação, parto princípio que a informação que o funcionário me deu foi a mais correcta, uma vez que como já foi descrito anteriormente me enquadro plenamente nas condições exigidas por lei para a concessão da licença e, perante o decreto-lei citado, no seu artigo 16º refere que este período de alargamento deve ser gozado desde que gozado imediatamente após o período de concessão do subsídio parental inicial e portanto, não teria qualquer lógica iniciar actividade (nem o poderia fazer, pois o propósito do alargamento é precisamente incapacidade para o trabalho por motivos familiares) para depois iniciar o alargamento da licença.

 

Fazendo um paralelismo, também não teria qualquer cabimento logo após o nascimento de uma criança a mãe apresentar-se ao serviço e esperar pelo deferimento da licença de maternidade à qual tem direito! É de notar que em ambos os casos o deferimento/indeferimento dos pedidos é processado várias semanas após o pedido.

 

Posta esta situação e, partindo do princípio de que as informações prestadas pelos vossos serviços são as correctas, dirigi-me à escola com a cópia carimbada do requerimento – Mod. RP 5049-DGSS, que prontamente foi aceite pela escola, pois estou a ela afecta e por isso empregada.

 

Neste momento, e tendo recebido o vosso ofício com uma notificação de indeferido, questiono a forma como serão justificadas as faltas até à data na escola. É uma situação que me é completamente alheia e que decorre de informações que a própria Segurança Social me deu. Mais uma vez questiono se ficarei com faltas injustificadas no meu trabalho, por apenas ter cumprido a lei e acatado as informações que me foram prestadas.

 

Serei eu penalizada por um software incorrectamente desenhado, que não acautela todas as situações previstas na lei? Software este que, segundo informação vossa não deixa validar, na maternidade, o pedido de alargamento da licença porque o meu subsídio de desemprego foi suspenso? Questiono ainda se estarei ou não empregada? E se não estou como tenho o subsídio de desemprego suspenso? E, ponto fulcral da questão, como tenho faltas na escola se não estiver lá empregada?

 

Neste sentido, peço que seja revista e reconsiderada a decisão sobre o alargamento da licença de maternidade, à qual tenho direito de acordo com a legislação em vigor.

 


Resposta?

 

- Minha senhora acho que só mesmo em contencioso, não sou capaz de lhe dar uma resposta!

- Então vou trabalhar ou não?

- Não sei.

- E com quem deixo o meu filho?

- Não sei.

- Mas eu estou ou não empregada?

- Está e não está.

- Desculpe?

- Na escola está, mas como ainda não temos descontos da escola (nem poderiam ter, estava em licença de maternidade) para nós não está.

- Ai não? Então como é que tenho faltas na escola?

- Porque está lá colocada.

- Mau. Estou ou não estou? Sou empregada por conta de outrém ou não sou?

- E se foram vocês que me disseram que tinha direito à licença, como justifico agora as faltas com o "indeferido"?

- Não sei.

- Vou ter faltas injustificadas por questões que me são completamente alheias?

 

.... blá blá blá... leu a carta e blá blá blá...

 

... desato a chorar a ver a minha vida a andar para trás e a imaginar a minha carreira por água abaixo (não é que já não esteja, porque toda a gente deve imaginar o que é vida de professor contratado).

 

 

Nisto o homenzinho decide ir ao computador verificar a situação e perceber o porquê dos tipos nos centrais indeferirem os dias e... puft!

 

Estava o pedido deferido. Como? Porquê? Não sei, mas cheira-me que mexi nalgum ponto frágil...

 

E nisto começo novamente a chorar (por ver a situação resolvida) e começa o homenzinho a chorar também...

 

 

Tá bonito!

 

publicado por pirikos às 13:20
Quinta-feira, 02 / 09 / 10

Escola e Coração Apertado

 

 

 

O meu pequenote começou hoje a escola.

 

Não é um sítio desconhecido para ele, mas como faz 3 anitos este ano muda de edifício e de educadoras/auxiliares.

 

Este facto associado a ter estado mais de um mês no mimo dos pais faz com que seja especialmente difícil (para ele e para mim ao pensar no sofrimento dele).

 

Tenho muito medo que relacione o regresso à escola com a eminente chegada do irmão e pense que ficou para trás (doi-me tudo só de pensar que ele possa pensar que não gosto dele).

 

Ainda por cima nem eu nem o pai o podemos ir buscar, irá a avó (ainda não fiquei colocada mas tenho de ir à maternidade e o pai a Coimbra tratar de um projecto).

 

Ele adora a avó, mas neste dia eu queria mesmo lá estar para lhe dar aquele beijo e abraço.

 

 

 

Piriko Lindo: a mamã não te abandonou nem te irá abandonar nunca! A escola é um processo de crescimento e acredita que preferia ficar contigo debaixo da minha asa. A vinda do mano em nada mudará aquilo que sinto por ti, antes pelo contrário, vou-me esforçar ao máximo para teres a atenção que mereces. Tens sido um filho fantástico e eu tenho um orgulho imenso em ti, meu pequeno grande DIOGO!

 

P.S. - E lá estou eu com os olhos encharcados, malditas hormonas!!!!!!!!

publicado por pirikos às 10:38
Domingo, 22 / 08 / 10

Vaca Leiteira???????

 

vaca leiteira
(foto retirada da net)

 

 

 

Então não é que na sexta à noite estava a beber água quando o pai piriko me disse que me estava a babar (tinha um pingo na camisola, sobre o mamilo direito). Ainda "ralhei" com ele a dizer que acontece e tal...

 

Na manhã seguinte tinha a camisa de dormir manchada sobre o mamilo esquerdo! Espreitei as "bóias" e não é que estavam molhadas???

 

 

 

Epá, ainda só estou com 34 semanas!!!

Irra, é caso para dizer que pareço uma autêntica Vaca Leiteira é o que é!

 

Bem, pelo andar da carroça as colocações de professores devem sair tarde e a más horas, já para não falar dos horários que me cheira que existem (ou não existem) este ano... Por isso, pode ser que me arranjem trabalho na LATICOOP!!

 

 

P.S. Bom espero que seja um sinal de que vou ter bastante leitinho e de qualidade para o meu Piriko Afonso.

publicado por pirikos às 14:52
Quinta-feira, 15 / 07 / 10

Férias? Será?

Hoje não tenho serviço...

 

 

... Será mesmo verdade?

 

Acho que nem acredito!

publicado por pirikos às 09:34
Terça-feira, 13 / 07 / 10

Onde estão as férias?

Alguém quer acabar de fazer o PCT por mim??????

 

Vá lá!

 

E já agora ir às reuniões e efectivar as matrículas do 9º ano, pode ser??

 

FÉRIAS, ONDE ESTÃO????????????????? 

publicado por pirikos às 14:35
Segunda-feira, 17 / 05 / 10

Aulas Assistidas

E depois de muito questionar (em tudo quanto foram reuniões de departamento) como estava a história da avaliação e de me dizerem "relaxa, este ano está tudo parado"....

 

 

... Hoje o director veio falar comigo a perguntar se eu queria aulas assistidas!!!!!!!!!!

 

 

- Oh Sr. Director, agora é que se lembra? faltam escassas semanas para terminarem as aulas dos putos, lembra-se?

 

Isto realmente!

publicado por pirikos às 22:21
Terça-feira, 09 / 03 / 10

Remorsos

Quem diz que os professores não trabalham e têm tempo para tudo....

 

 

 

O meu pequenito ultimamente tem-se levantado da camita ainda de madrugada para me ver. Dou-lhe o leitinho e depois lá fica tristinho porque a mamã foi fazer uns bons quilómetros para dar aulas.

 

À noite quando chego, entre fazer jantar / afins e preparar aulas, mal tenho tempo para estar com ele.

 

Ando cheia de remorsos!
publicado por pirikos às 13:45
Um blog sobre a aventura da gravidez e da maternidade!

O Diogo em Imagens

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